Servidora denunciada por desvio de 200 armas é afastada e não pode mais frequentar unidades da Polícia Civil em MG

  • 10/03/2026
(Foto: Reprodução)
Servidora denunciada por desvio de armas vai usar tornozeleira A servidora Vanessa de Lima Figueiredo, investigada por desviar mais de 200 armas apreendidas, foi afastada do exercício da função na Polícia Civil e não pode mais frequentar nenhuma unidade da corporação em Minas Gerais. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira (10). A Justiça já havia determinado, em fevereiro, que Vanessa passasse a usar tornozeleira eletrônica, após autoridades descobrirem que ela comprou uma passagem para os Estados Unidos com embarque marcado para quatro dias antes de uma audiência do processo. Segundo a Justiça, a viagem indicava risco de fuga. Além do monitoramento eletrônico, a decisão proibiu que ela deixe o país e determinou a retenção do passaporte. O Ministério Público de Minas Gerais informou que a compra da passagem motivou o pedido. A defesa de Vanessa disse que a viagem foi cancelada. Vanessa de Lima Figueiredo, servidora suspeita de desviar armas passou por audiência de custódia nesta terça-feira (11). Reprodução Relembre o caso Vanessa de Lima foi presa em novembro de 2025 suspeita de envolvimento no desvio de armas de fogo que estavam armazenadas na 1ª Delegacia do Barreiro, em Belo Horizonte. O sumiço das cerca de 220 armas de fogo foi descoberto após um suspeito ser flagrado portando um armamento que já havia sido apreendido. Segundo as investigações, parte das armas foi vendida para organizações criminosas, como o Terceiro Comando Puro (TCP). Com o dinheiro, Vanessa teria comprado dois carros de alto padrão. Ela também fez procedimentos estéticos. Vanessa tem 44 anos e é natural da capital mineira. Servidora efetiva do estado, ela foi aprovada em concurso público realizado pela Polícia Civil em 2013 e nomeada para o cargo de analista da instituição em julho do ano seguinte. LEIA TAMBÉM: Inmet emite aviso de perigo de chuvas intensas para Grande BH e parte de Minas 'Ele veio atrás de mim, e eu implorei', diz sobrevivente que escapou de ser baleada em chacina em padaria após pedir para não ser morta Investigação A investigação sobre o desvio de armas da PCMG foi dividida para aprofundar as apurações e verificar possível participação de pessoas fora do serviço público. Um laudo pericial anexado ao processo calcula prejuízo de mais de R$ 1,7 milhão aos cofres públicos. O documento, ao qual a TV Globo teve acesso, também registra que parte das armas desviadas foi recuperada em diferentes regiões do estado, ligada a crimes como tráfico de drogas, porte ilegal de arma e lesão corporal. O inquérito aponta três investigados que não são servidores. Eles são suspeitos de ajudar na circulação e no destino das armas desviadas e foram intimados a depor entre 17 e 19 de março. Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas:

FONTE: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2026/03/10/servidora-denunciada-por-desvio-de-armas-e-afastada-e-nao-pode-mais-frequentar-unidades-da-policia-civil-em-mg.ghtml


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